"Ser poeta é trabalhar com a diversidade e a quantidade de fios imperiosos da vida existencial,de pensamentos,manifestações,vivências.Às vezes na ótica espiritual,tecendo da melhor forma uma roupagem de fé e esperança,outras vezes,cosendo o tecido esgarçado da alma.A epistemologia da palavra grega poésis significa criar,produzir,tecer.O poeta é um semi-deus,um co-criador no seu mundo de criações inatingíveis,é uma síntese perfeita entre o sagrado e profano,divino e o humano." Frâncel Marzork
Quem sou eu
- Frâncel Marzork
- Pastor Metodista Wesleyano, Escritor, Professor, Bacharel em Teologia, licenciado em Pedagogia, Especialista em Bioética e Docência do Ensino Superior, Mestre em Teologia e Educação Comunitária
quinta-feira, 30 de maio de 2013
sábado, 1 de dezembro de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Sensibilidade e Fé Poética
A
poesia é feita de escolhas refletidas pela alma. O grandioso João Cabral de
Melo Neto escreveu sobre o ovo da galinha. Já o nobre visionário do
diálogo entre a tradição e a modernidade, erudição e a simplicidade o poeta Carlos Drummond Andrade escreveu sobre a pedra no meio do
caminho, o ousado e autentico Ferreira Goulart sobre bananas podres e muitos outros escreveram sobre inúmeras coisas e variados fatos aparentemente insignificantes, mas de uma natureza preciosa, profunda e
reveladora.
A poesia tem seu valor intrínseco, tem suas belezas matizadas, se pode maravilhar-se com a grandiosidade do Maracanã num dia de uma emocionante decisão de campeonato, ou com uma solitária formiga no azulejo do banheiro. São valores diferentes, são informações, admirações, cada qual na sua intensidade. Fernando Sabino disse que: “O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”.
Quantos momentos intensos aconteceram ou estão acontecendo na vida cotidiana ? Momentos estes que nos tornam poetas temporários ou permanentes, a poesia tem disso. Mas carecemos também de percepção reflexiva de detalhes que podem convergir em poesia, a poesia que nutre é a da experiência consigo mesmo e com Deus, a transcendência pela observação, leitura e relações na esfera das vivencias na cosmologia da biodiversidade, culminando numa espiritualidade poética, formando um poeta de fé e sensibilidades .
A poesia tem seu valor intrínseco, tem suas belezas matizadas, se pode maravilhar-se com a grandiosidade do Maracanã num dia de uma emocionante decisão de campeonato, ou com uma solitária formiga no azulejo do banheiro. São valores diferentes, são informações, admirações, cada qual na sua intensidade. Fernando Sabino disse que: “O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”.
Quantos momentos intensos aconteceram ou estão acontecendo na vida cotidiana ? Momentos estes que nos tornam poetas temporários ou permanentes, a poesia tem disso. Mas carecemos também de percepção reflexiva de detalhes que podem convergir em poesia, a poesia que nutre é a da experiência consigo mesmo e com Deus, a transcendência pela observação, leitura e relações na esfera das vivencias na cosmologia da biodiversidade, culminando numa espiritualidade poética, formando um poeta de fé e sensibilidades .
O Poeta Davi escreveu suas dores, medos, fragilidades e frustrações, mas também viu nos céus, nos pastos verdejantes, nas águas, ... o zelo e as misericórdias de Deus o Criador e Sustentador.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
MEU HORIZONTE MINHA VIDA
No horizonte da vida cotidiana enxergamos o que está ao alcance dos nossos olhos, até a linha do horizonte a nossa frente, que na maioria das vezes se encontra limitada pelas paredes, muros, arranhásseis, favelas, clausuras ofuscantes que limitam nosso olhar para vida além do ativismo. Afinal o que é um horizonte límpido, amplo, saudável? Quais são os limites do nosso horizonte em nosso cotidiano secular? A Escritura sagrada relata um versículo que diz: “Se os teus olhos forem bons todo seu corpo será luminoso”. Um corpo é luminoso pelo que vê, pelo que enxergar. Corpos luminosos são o que podemos alcançar mediante nossa vista, até mesmo, com os olhos fechados, até mesmo cegos fisicamente. Estes olhos que se refere à Escritura Sagrada são olhos interiores do ser humano. Mesmo diante arranchásseis, favelas, muros, cadeias, clausuras e as cegueiras reais físicas, podemos ter um horizonte harmonioso, significante, saudável e límpido.
As muralhas que nos rodeiam são muralhas virtuais quando passamos a visualizá-las na mente, não como um empecilho para caminhada, para prosseguir-mos ou na busca da melhor vivencia com qualidade. Mas é essencial enxergá-las com um olhar superior, que não se limita as circunstancias, não olhares altivos e soberbos. Mas humildes, corajosos, esperançosos e de fé.
Nosso horizonte pode ser transformado a medida do nosso olhar, a medida da nossa própria contemplação global. Isto não significa viver na ilusão, mas na certeza de que podemos nos ajeitar, sendo que este ajeitamento só é possível quando se tem esta iniciativa na mente. Visão de possibilidades para estender nossos horizontes e torna-los agradáveis. Jesus disse que tería-mos aflições neste mundo, mas logo em seguida Ele deu uma ordem imperativa "tende bom animo", sabemos que todo cristão obedece as ordens estabelecidas por Cristo, se não tiver-mos animo frente ao horizonte conflitivo deste mundo estaremos desobedecendo esta ordem e o nosso pecado nos leva ao fracasso.
Quando Deus fez uma promessa a Abraão, de fazer dele uma numerosa nação, Deus estimulou Abraão com o horizonte a sua frente, tirou-o de dentro da tenda e pediu para ele contar as estrelas do céu e as areias do mar, se assim pudesse então desta maneira seria sua descendência, numerosa. Mesmo já com cem anos de idade e sua mulher também de idade avançada e além disto estéril, Abraão creu na promessa, tornou seu horizonte possível pela fé, concretizando seu sonho, sendo pai não só de Isaque e Ismael, mas considerado pai da fé e das nações que surgiram de seus filhos. Todos nós podemos também transformar-mos nossos horizontes e buscar-mos a concretização da harmonia dentro dos nossos muros.
Estamos neste patamar horizontal, onde convivemos em ambientes propícios a ruínas dos nossos horizontes, ao fracasso de nossas expectativas. Com isto, nosso estilo focal ótico fará a diferença ao visualizarmos o nosso horizonte diário. A horrenda esterilidade pode frutificar abundantemente e o enfado desanimador, o cansaço paralisante, pode ser transformado em vigor e extrema força.
Uma boa análise de nossos horizontes nos dará a definição real dos enfrentamentos, discordâncias e impactos gerados por ele em nossa vida diária existencial, assim assumimos uma postura com examinadas precauções e bases rígidas, mais sólidas para o desenvolvimento pessoal crescente neste horizonte desafiador circundante.
Nosso horizonte torna-se mais plausível e transformado, quando nossa maneira de enxergá-lo não visualiza somente as laterais da medíocre realidade circundante existente. Mas quando temos a iniciativa de olhar pra cima, para Deus, para o alto, erguendo a cabeça, apartir daí tornar-se-á a visão espiritualizada, corajosa, segura.
O horizonte da vida é formado pela nossa maneira de se portar, de fluir, de ter capacidades de discernimentos, de maturidade, de construtividades interiores pessoais que refletem na natureza de movimentos e falas exteriores.
O horizonte psicológico é extremamente responsável pela sobriedade exterior frente ao desafio do sufoco do horizonte que se fecha na alma, cheio de ressentimentos, cheia de dores, lamentos, aflições e sofrimentos.
O horizonte a minha volta tem uma relação intrínseca com meus reflexos interiores de aceitação ou repugnâncias. Uma decisão radical expressa em atos e palavras que podem mudar o curso e o ambiente dentro dos nossos horizontes.
Então podemos argumentar que nosso horizonte é flexível, vulnerável e complexo apartir das nossas visões pessoais perenes.
O horizonte na qual eu posso transformar e abrilhantar é aquele de minha constante convivência e relações, onde traço diálogos, onde caminho, trabalho e moro, permaneço. Estes ambientes de trabalho, família, estudo, igreja, são ambientes que fazem parte do meu horizonte e são os primeiros a terem que serem transformados. Certo que esta transformação começa em mim, no meu horizonte intrínseco da minha capacidade de refletir e enxergar.
Toda esta trajetória horizontal tem uma grande interligação com a trajetória vertical, ou seja, o espiritual pré-cede o material, como a lei espiritual da semeadura contida na carta de são Paulo aos Gálatas no capítulo 6 e versos de 6 – 10: "Mas aquele que está sendo instruído na palavra faça participante de todas as coisas boas àquele que o instrui. Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem, porque há seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé".
Esta lei da semeadura é a explicação de muitas conturbações em nossos ambientes e frustrações em nossos horizontes. Quem semeia um sonho e o cultiva, colhe realizações. Quem semeia a palavra, colhe fé. Quem semeia fé, colhe milagres. Quem semeia sorriso, colhe alegria. Quem semeia amor, colhe uma multidão de amigos. Quem semeia bondade, colhe solidariedade. Quem semeia perdão, colhe paz. Quem semeia generosidade, colhe prosperidade. Qual a semente que tu tens plantado? O que tu tens colhido?
Produza você mesmo seu ambiente e amplie seus horizontes apartir de uma lúcida reflexão de suas realidades e relacionamentos em suas constantes semeaduras no ambiente cotidiano existente das vivencias pessoais de seu ser como pessoa.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
POESIA
CHUVA
Hoje, noite bela, ventos na janela
Contemplo a dança do bambuzal
Céu escuro, seco e tempo duro
Mas as 24: 41hs, ouço o esperado
Um barulho no telhado
E a chuva no eirado
Saí a espiar e vi-a molhar
O campo, o chão e a poeira apagar
Respirei fundo enchi os pulmões
Cheiro bom dos terrões molhados
Abro os braços e me ponho a inspirar
Doce fragrância no ar
Saio da varanda de telha de barro
Ando na grama recebendo respingados gelados
A mangueira agradece, os jardins respiram
As palmeiras estão sorrindo
Doce chuva, atrasada, mais tão esperada
Em pleno o verão, lava o tempo
Nesta madrugada de 19/02/2010
Ela veio mudar o clima
Guiricema agradece, Deus ouviu nossa prece.
Hoje, noite bela, ventos na janela
Contemplo a dança do bambuzal
Céu escuro, seco e tempo duro
Mas as 24: 41hs, ouço o esperado
Um barulho no telhado
E a chuva no eirado
Saí a espiar e vi-a molhar
O campo, o chão e a poeira apagar
Respirei fundo enchi os pulmões
Cheiro bom dos terrões molhados
Abro os braços e me ponho a inspirar
Doce fragrância no ar
Saio da varanda de telha de barro
Ando na grama recebendo respingados gelados
A mangueira agradece, os jardins respiram
As palmeiras estão sorrindo
Doce chuva, atrasada, mais tão esperada
Em pleno o verão, lava o tempo
Nesta madrugada de 19/02/2010
Ela veio mudar o clima
Guiricema agradece, Deus ouviu nossa prece.
sábado, 12 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Câmara dos Vereadores de Valença 04/05/2010
Quero destacar aqui um merecido reconhecimento a um grande amigo que já divulgamos aqui no lançamento do seu livro:
A Câmara de Vereadores de Valença no dia 04.05.2010, fez justa homenagem ao Professor Francisco Carlos de Aguiar Neto. Felicitou-o pelo lançamento do livro “Vivendo e Lembrando: Histórias, filosofia e Poesias”. Abaixo, ofício enviado pela presidente, Roselidiana Farias, ao professor.
O professor Neto além de contribuir com trabalhos sócio-educativos, concientização cidadã, através do seu instituto o IESTE, por meio de palestras, estudos junto a comunidade.
Ele perpassa o campo em que hoje se destaca, contribuindo socialmente não somente no ambito intelectual, mas também o prof. Neto tem se preocupado com a saúde física e mental de adultos, jovens, adolescentes e crianças, através do "Projeto Social Respeito Acima de Tudo" na área do esporte, como faixa preta em Karatê 2ª Dan tem disseminado em suas prédicas junto a mais de 90 atletas (premiados), a política do bom convívio em sociedade e a prática da cidadania.
Quero eu parabeniza-lo por este belíssimo trabalho, que se desenvolve ao longo dos anos, relembrando que não se pode esquecer de sua competência junto a polícia Civil da Bahia, como chefe de investigação, fez seu nome conhecido merecidamente, pelo fluir e o transbordar espontâneo de sua personalidade e caráter, pela sua garra como policial destemido, caçador de bandido, fez ressoar o nome que hoje é sinônimo de ação, ordem e justiça na sociedade,
"NETO da CIVIL".
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Colóquio de Bioética
Estamos comemorando 40 anos da Bioética no mundo.
Como bioeticistas, sabemos da necessidade e da importância de multiplicarmos a forma do olhar bioético sobre tudo que nos rodeia. Sabemos também que este caminho deve ser percorrido todos os dias, pois...”somos todos amadores...”
Assim, é com imensa satisfação que convidamos a todos para o COLÓQUIO: CUIDAR DA VIDA, que ocorrerá na cidade de Ouro Preto/MG, nos dias 27, 28 e 29 de Agosto próximos.
O objetivo deste evento, além da comemoração dos 40 anos da Bioética no mundo, é atualizarmos, trocarmos conhecimentos e vivências.
Serão trabalhados quatro importantes Eixos Temáticos (EIXO I - NOS CAMINHOS DA BIOÉTICA- EIXO II - O CUIDADO COM NOSSA FINITUDE HUMANA- EIXO III - UM CHECK UP MUNDIAL- EIXO IV - MEDICINA P4 : A MEDICINA DO SÉCULO XXI) que abrem espaços para reflexões, discussões e questionamentos que vêm sendo trabalhados na Bioética, visando a proposição de uma nova práxis cotidiana.
Estamos abrindo a possibilidade de todos os pós-graduados em Bioética UFLA/MG participarem do evento apresentando o trabalho de conclusão de curso (para isto envie resumo simples da monografia apresentada como trabalho de conclusão de curso da Pós-Graduação em Bioética – UFLA/MG).
Será um espaço de discussão e de reencontro de todas as turmas da pós-graduação em Bioética.
Agradecemos a atenção e aguardamos a participação de todos.
Mais informações e Inscrições pelo site: WWW.oabmg.org.br/
terça-feira, 18 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
LANÇAMENTO DE LIVROS
É COM MUITA SATISFAÇÃO QUE ANUNCIAMOS O LANÇAMENTO DE 3 LIVROS QUE SÃO FRUTOS DO TRABALHO DESENVOLVIDO POR 3 GRANDES AMIGOS OS PROFESSORES:
O GOIANO DE NIQUELÂNDIA EROFILHO LOPES CARDOSO, AMIZADE CULTIVADA DESDE 2005 NA GRADUAÇÃO EM JUIZ DE FORA MG, E MEUS COMPANHEIROS DO MESTRADO NA EST, O BAIANO DE VALÊNÇA, FRANCISCO CARLOS DE AGUIAR NETO E O MINEIRO DE BELO HORIZONTE SHARLES CRUZ.
O GOIANO DE NIQUELÂNDIA EROFILHO LOPES CARDOSO, AMIZADE CULTIVADA DESDE 2005 NA GRADUAÇÃO EM JUIZ DE FORA MG, E MEUS COMPANHEIROS DO MESTRADO NA EST, O BAIANO DE VALÊNÇA, FRANCISCO CARLOS DE AGUIAR NETO E O MINEIRO DE BELO HORIZONTE SHARLES CRUZ.
-VIVENDO E LEMBRANDO -
HISTÓRIAS, FILOSOFIAS E POESIAS
HISTÓRIAS, FILOSOFIAS E POESIAS
Foi lançado o Livro VIVENDO E LEMBRANDO:Historias,filosofia e Poesias do prof.Francisco Carlos de Aguiar Neto, no evento promovido pela AVELA- ACADEMIA VALENCIANA DE EDUCADORES,LETRAS E ARTES ,apoiado pela FUNDAÇÃO PEDRO CALMON da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.Esse belo evento aconteceu no Centro de Cultura Olivia Barradas na cidade de Valença contando com a presença dos membros da AVELA e Fundação PEDRO CALMON, acontecendo nos dia 09 e 10 de abril de 2010. No sabado apartir das 16:00h houve uma tarde de autografos dos autores Valencianos onde Prof.Francisco Neto pode autografar o seu livro e receber amigos.
O livro Vivendo e Lembrando:Historia,Filosofia e Poesias,pela Editora IESTE, faz referencia em seu titulo a teoria Platonica onde o Ser Humano nada aprende na terra apenas lembra o que aprendeu ,no mundo inteligivel antes de vir ao mundo.
O conteudo do livro é de carater filosofico e Historico, fazendo referencias a teorias conhecidas no mundo academico,mas ao mesmo tempo relata experiencias da vida do prof.Neto como é carinhosamente chamdo por seus alunos. Mostrando as divesras etapas de sua vida desde o Neto filho de pescador, historiador, filosofo,policial civil, professor, educador, mostando os diversos contextos historicos em que o homem é submetido no transcorrer da vida.
Tambem pode ser encarado como uma obra auto biografica, mas em liguagem poetica onde a Historia, como tambem a filosofia são exteriorizadas em forma de singelas Poesias.
O conteudo do livro é de carater filosofico e Historico, fazendo referencias a teorias conhecidas no mundo academico,mas ao mesmo tempo relata experiencias da vida do prof.Neto como é carinhosamente chamdo por seus alunos. Mostrando as divesras etapas de sua vida desde o Neto filho de pescador, historiador, filosofo,policial civil, professor, educador, mostando os diversos contextos historicos em que o homem é submetido no transcorrer da vida.
Tambem pode ser encarado como uma obra auto biografica, mas em liguagem poetica onde a Historia, como tambem a filosofia são exteriorizadas em forma de singelas Poesias.
SOBRE O AUTOR DO LIVRO:
*Francisco Carlos de Aguiar Neto é Historiador pela Universidade Estadual da Bahia (UNEB), Licenciado em Filosofia pela Faculdade Batista Brasileira (FBB), Bacharelando em Direito pela Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR), Especialista em Psicopedagogia pela Faculdade de Ciências Educacionais (FACE), Mestrando Educação (UNEB), Mestrando Teologia e Educação Comunitária pela Escola Superior de Teologia (EST), Editor, Sócio Diretor do Instituto de Educação Social e Tecnológico ( IESTE), Diretor de pólo da FACE sudoeste da Bahia. Mestre em Artes Marciais e Agente da Polícia Civíl da Bahia.
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A MENSAGEM TEOLÓGICO-PASTORAL DO PAPA JOÃO PAULO II
AOS JOVENS NAS JORNADAS MUNDIAIS DA JUVENTUDE
SOBRE O AUTOR DO LIVRO:
Este trabalho é um estudo histórico-teológico-pastoral das vinte JMJ (1985-2005) quanto a gênese; finalidade e conteúdo dos vários temas. Analisamos basicamente os seus cinco documentos (cf. bibliografia) e conteúdos fundamentais (mensagens; discursos e homilias) no contexto social; eclesial e teológico das JMJ. Explicitamos a teologia; o ponto fulcral dos textos pontifícios; os pressupostos fundamentais e apresentamos a atualidade da mensagem pastoral do Papa João Paulo II aos jovens; a partir da correlação entre o perfil da juventude e o conteúdo da mensagem pontifícia. As JMJ nasceram em Roma (1984/1985) para evangelizar os jovens. Anualmente celebra-se uma JMJ diocesana (desde 1986) e; bienalmente; um encontro internacional. Elas são acontecimentos missionários e pastorais; que estimulam a pastoral juvenil com diretrizes pastorais e um largo respiro eclesial; espiritual e cultural; conforme uma proposta querigmática; sacramental e catequética da fé. Depois de percorridos vinte anos de sua gênese e instituição (1985-2005); as JMJ apresentam-se como um meio extraordinário de evangelização do mundo dos jovens hodiernos. O encontro fundamental e revitalizante com Cristo é o ponto central das JMJ. A teologia explícita do Papa é marcadamente cristológica com ramificações nos campos eclesiológicos; mariológicos éticos e outros. Os pressupostos com que trabalha refletem uma visão de mundo; de pessoa humana; de graça; de Deus. Eles são indicados sumariamente como fundamento das mensagens aos jovens. Mostramos o caráter de atualidade a partir da resposta que elas oferecem aos anseios dos jovens; cujo perfil o próprio Papa traça. Mas a religiosidade da juventude contemporânea não se manifesta monoliticamente nas JMJ: não faltam posições diversas. A mensagem pastoral do Papa à juventude contemporânea no contexto das JMJ resume-se fundamentalmente na promoção da dignidade da pessoa humana sobre todas as estruturas sociais; no empenho missionário em prol da paz; diante das divisões e na construção da Civilização do Amor; que defende os grandes valores; diante da cultura efêmera de morte; que oferta os antivalores. Daí a melhor herança a ser comunicada às próximas gerações são os valores superiores do espírito: a liberdade; a justiça social e a responsabilidade.
SOBRE O AUTOR DO LIVRO:
* Erofilho Lopes Cardoso é Mestre em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE, Belo Horizonte MG, 2006), Bacharel em Teologia pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CESJF, 2005), Bacharel em Teologia pelo Ateneo Pontifícia Regina Apostolorum (APRA, Roma, 2003)Bacharel em Filosofia pelo Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília (SMAB, 2000). Sociólogo, acessor e consultor teológico da Paróquia de São José de Vargem Algre, Diretor Administrativo da COOPERVIDAS, cooperativa mantenedora das fábricas de vassouras ecológicas e sacolas plásticas. Diretor de Pólo da Faculdade Aplicada de Teologia e Filosofia (FATEF).
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COBERTURA DOS ANJOS
Este livro relata experiências fascinantes com anjos vividas pelo autor e por outras pessoas do seu relacionamento. em uma viagem extraordinária pelos textos sagrados, Sharles Cruz escreve com propriedade e lucidez a respeito dos anjos, explicando quem são eles e por que existem.
Este livro faz parte de uma série publicada pelo mesmo autor, o pastor Dr.Sharles Cruz, que expõe de forma simples, axecível e profunda, sobre temas relevantes no cotidiano eclesial dos púlpitos e nas vivencias seculares nos diversos ambitos da vida em seus enfrentamentos e adversidades.
Como exemplo que se destaca nestas ricas literaturas, está o ensino sobre a proteção Divina nas áreas das finanças, na estrutura familiar, no mundo espiritual, no conjunto psiquico emocional /sentimental e no exercício ministerial.
A comparação com um campo de batalha onde o soldado avança na confiaça da proteção Divina e na cobertura de seu colega de guerra, desenvolve uma temática de táticas bíblicas para vencer o inimigo e desfrutar de bençãos e vitórias em Jesus. Os textos cativantes, despertam o leitor para uma nova visão: "Que o mundo espiritual é tão real quanto as guerras entre países", destacando a importancia da cobertura de oração.
SOBRE O AUTOR DO LIVRO:
Sharles Cruz é Reitor da Escola Bíblica Central do Brasil (EBCB), Licenciado em Filosofia, Bacharel, Mestre e Doutor em Teologia. Ministro do Evangelho a mais de 15 anos, Fundador de várias bases eclesiais evangélicas. Editor, Educador e Sacerdote da, The Pentecostal Church Of God América Incorporet, no Brasil.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
RESILIÊNCIA POÉTICA
RRESILIÊNCIA NA POESIA
"As ruínas são restos, mas não do que acaba e sim do que morre pra recomeçar".
Oswaldo Montenegro
“Quem passou pela vida em branca nuvem
E em plácido recanto adormeceu,
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu,
Foi espectro de homem, não foi homem,
Só passou pela vida, não viveu”.
Francisco Otaviano
“A criança que fui chora na estrada
Deixei-a ali quando vim ser quem sou;
Mas hoje, vendo que sou é nada
Quero ir buscar quem fui onde ficou”.
Fernando Pessoa
Quando o ser humano é exposto a uma situação conflitante, ele tem toda probabilidade de perdas na saúde psíquica, transtornando-o em seu ciclo vital. Após estes traumas as pessoas necessitam de uma retomada a saúde da psique. Na tentativa de estabilizar-se e voltar-se novamente a ser ela mesma. Segundo o médico e psicanalista Aldo Melillo: “a resiliencia é a capacidade dos seres humanos de superar os efeitos de uma adversidade à qual estão submetidos e, inclusive, de saírem fortalecidos da situação”. A definição do pastor Luterano Dr. Lothar Carlos Hoch destaca a particularidade interiorana do ser humano como recipiente da necessária resiliência: “resiliência é a capacidade humana de extrair do íntimo do seu ser uma reserva extra de forças para superar dificuldades”.
A poesia é uma complexa experiência terápica, com uma imensa promoção de forças resilientes, o poeta expõe através de seus versos e estrofes, suas fantasias, sua fé, sonhos, vontade de vencer e até mesmo um desabafo, seja ele pessoal, social, político, eclesial, sexual,... . Em meio à reflexão, descrição e o elaborar do texto poético surge dentro do ser uma energia resiliente, que o capacita para superar o sofrimento. A mente desvia a atenção do problema seja ele emocional, sentimental, financeiro, espiritual, etc, e prioriza esta atenção para formas de recuperação. Assim o ser humano estimulado pela produção poética exercitada em suas faculdades mentais ejeta-se do casulo das situações ofuscantes sociais ou pessoais e prossegue ao futuro com um olhar diferenciado, que supera os efeitos nocivos da real adversidade presente. Como se um poder brotasse do interior do ser capacitando-o para transformar traumas, intempéries e o inevitável em perspectivas positivas de possibilidades, sobressaindo fortalecido em meio o problema.
Na verdade realidades traumáticas e também as situações de extremo risco são avassaladores psicológicos, tornando as pessoas vulneráveis a contraírem o fator decadente, frustratório e paralisante.
O ser humano possui a capacidade resiliente dentro de si próprio, pode ser que alguns possuem com mais intensidade e outros com menos, mas possuem. Algumas pessoas já são ativadas ao processo intrínseco resiliente automaticamente quando surge o problema, ou seja, o próprio problema ativa a força resiliente contida no interior do ser. Outras pessoas precisam ser estimuladas, através de uma mensagem motivacional, uma pregação, sermão, um filme, uma música, uma oração, etc. E também a criação da arte em suas variadas formas, principalmente a poesia, que não só vai despertar a resiliencia, mas ela tem a capacidade de desenvolvimento resiliente dentro do ciclo vital. A resiliencia revelada pelo ser mediante o problema não define uma característica pessoal constante, absoluta, como que se algumas pessoas fossem imunes aos traumas produzidos pelas adversidades. Não sabemos como enfrentaremos certas gravidades, adversidades na classificação de estupros psicológicos, traumas. Da mesma forma a resiliencia na humanidade aflora de formas variadas, uns recuperam rapidamente e outros vagarosamente o seu estado. O poder maior do desenvolvimento da resiliencia concentra-se após uma grande superação, amadurecimento, percepção de valores outrora ignorados e visão positiva dos fatos. A poesia trabalha este fator de visualização do mundo, do ambiente, dos relacionamentos, dos enfrentamentos cotidianos. Concedendo uma sensibilidade para reflexão de situações e gerando confissões, desabafos no divã das frases e das estrofes poéticas terapêuticas.
Dentro desta linha de pensamento, visualizamos a resiliencia na poesia apartir de um reconhecimento da formação do texto poético como uma ferramenta possibilitadora de fornecimentos necessários para a essencial busca de recursos próprios da pessoa para sua proteção não só intrinsecamente, mas também na esfera extrínseca vital.
Algo que é necessário nesta temática é o contato relação com outras pessoas, alguém que acredita no potencial existente e valoriza a produção textual poética pelo que ele representa para quem a criou. Na satisfação de expor o “texto poético”, fruto construído do ventre, de sua psicologia de desenvolvimento mediante expectativas e olhares apreciativos, dos familiares ou amigos. Essas pessoas serão promotores da liberdade e responsabilidade na vida do vulnerável. Seria ótima a formação de um grupo de estruturação da terapia poética, no sentido de obter esta interação com outras pessoas. Onde cada um nesta reunião expusesse seu texto literário poético e sentisse amada, cuidada, por Deus e pelas pessoas. Surtindo o efeito auto-estima pelo reconhecimento de sua obra poética.
São características, como o senso de humor, realismo otimista, que perfazem as bases importantes produzidos na resiliência, um simples sorriso para aquilo que não cabe as nossas forças e não está ao nosso alcance, rir da imperfeição e não chorar desesperadamente, logicamente dentro da normalidade da sensibilidade e consciência humana. Ninguém vai dar ataque de risos diante uma trágica notícia de um falecimento de alguém importante que se ama.
Segundo Vanistendael: “talvez a resiliencia seja a prefiguração mais natural da dinâmica da cruz e da ressurreição”. Como relata o Apóstolo Paulo em sua 2ª epístola aos Coríntios 4.7-11: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados, perplexos, porém não desanimados, perseguidos, porém não desamparados, abatidos, porém não destruídos, levando sempre no corpo o morrer em de Jesus para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues á morte por causa de Jesus, para sempre também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal”.
O exercício poético, bem como o pedido de oração, a carta para Deus expondo as realidades enfrentadas e pedindo a intervenção Divina, contribui gerando resiliencia, superação dos problemas individuais, comunitários, com isso podendo ativamente ser aplicado no âmbito pessoal, social, laboral e pastoral. A poesia é uma despertadora de recursos estagnados no próprio interior do ser humano para prosseguir na sua caminhada, mesmo em meio perseguições, afrontas, adversidades da vida.
A escrita de orações, pedidos de interseções, salmos, nos torna mais espirituais, aguça a fé, pois ajudam na transcendência enxergando-se além das adversidades enfrentadas. A terapia poética desenvolve um complexo processo Resiliênte, gerador de resistência, persistência e sobrevivência frente crises. Destacando-se dentro deste processo a capacidade de amar, perdoar, atuar, ter expectativa de vida, dando sentido a sua existência.
* Frâncel Marzork
POESIA
MEU SUICÍDIO
Eu peguei o revólver
Eu quis revolvere,
Revolver a atual vida
Revirar, dar a volta
Eu dei um tiro em meu ouvido
Eu ouvi, em alto e bom som
Audição capta para alma
A morte que entra pelos tímpanos
Hoje eu precisava morrer
Morrer para viver melhor
Morrer para nascer de novo
Morrer para recomeçar
Eu apontei para minha cabeça
“Cabeça” que pensa
Tudo começa no pensamento
Apontei para a mente
E olhei para o espelho
E disse para mim mesmo
Você precisa morrer agora
Puxei o gatilho e faleci
Matei-me de uma vez por todas
Desfaleci e caí
Hoje foi o dia da minha morte
Porque precisava morrer
Oh! Doce morte
Morte oportuna
Morte visionária
Morte necessária!
Suicídio! Suicida!
Agora eu faço meu velório
Só eu e meu corpo
Mas não há choro, já ouve
Só aguardo o tempo necessário
O momento é de transição
Ritual imaginário de passagem
Tempo de silêncio e escuro
Olho para este corpo e lamento
Poderia ter sido diferente
Poderia ter sido...
Escolhas, opções, decisões...
E a vida nos empurra para morte
Diz o ditado
Para morrer,
Basta estar vivo
Antes que a morte chegasse
Eu precisei me matar
É a morte que nos tira da morte
Trocadilho espiritual Paulino
Antes que ela me levasse
Eu a ritualizei
Na minha consciência
Eu a fiz acontecer sem inocência
Vivenciei o trágico
Para não assustar,
Com a maneira trágica
De ela chegar
Um tiro no ouvido ou dar ouvidos?
Na cabeça ou na mente?
Atingiu o cérebro ou o pensamento?
Sei que foi urgentemente necessário
Enquanto muitos fogem dela
E tragicamente se encontram
Eu a valorizei e a quis
E fui consciente ao encontro
Quando ela vier fora da mente
Eu estarei bem melhor para recebê-la
Se a morte me pega antes do meu suicídio
Hoje eu estaria morto
Neste meu velório me ponho a pensar
Morte matada, morte morrida
Morte pensada, morte suicída
Não me fingi de morto para viver
Não brinquei com a morte
Simplesmente morri,
Mas sem sentir o cheiro do luto
Sem fechar os olhos para a vida
A morte me oportunizou
O deixar de existir
E o existir derrepentemente
Simplesmente morte bendita
Eutanásia mental
Morte transcendental
Morte de verdade, resiliente
Não morte aparente
Morte como remédio para a vida
Morte para ser vivida
Hoje foi o dia da minha morte
Eu o carrego, defunto, o eu
Deixei de existir
Não sou mais eu
Eu morri
Estou morto e permanecerei
Existe o novo
Que brotou da morte
Novo que anda
Que chora e sorri
Agora mesmo,
Pós-morte, nesta hora
Mente, vida, direção, reação...
O pensar, repirar é o simples fato de viver
Estou vivo
Por isso hoje morto
Estou morto
Por isso hoje vivo
Todos pertecem a vida
Morte e nascimento
Na história
Em construção do momento.
*Frâncel Marzork
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